segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O termo boemia

O termo boemia (bras.) traz consigo, de imediato, a idéia de dissolução, de irresponsabilidade, de vícios, de noites de embriaguez e, por conseqüência, de dias de ócio, para curar a ressaca. Durante muito tempo, essa expressão foi utilizada para rotular indivíduos que não eram, digamos, "muito responsáveis". Pessoas sem regras ou disciplina, incapazes de parar em qualquer emprego ou de constituir e sustentar uma família.

Ainda hoje a palavra tem esse sentido pejorativo. Mas nem todos os boêmios dedicam-se o tempo todo a noitadas alegres, regadas a álcool.


  • Boêmia. S.f. 1. Vida alegre e despreocupada; vida airada. 2. Vadiagem, pândega, estúrdia, estroinice.
  • Boemia S.f. Bras. V. boêmia mais duradoura..
  • Carioca Bras. Adj. 2 g. 1. De, ou pertencente ou relativo à cidade do Rio de Janeiro. 2. Natural ou habitante da cidade do Rio de Janeiro.
  • Boemia carioca S. m. 1. Evento que busca levar às pessoas, por alguns momentos, a uma vida alegre e despreocupada, que pertence ou é relativo, unicamente, à cidade do Rio de Janeiro. 2. Evento que traz um pouco de vadiagem, pândega, estúrdia e estroinice aos naturais e habitantes da cidade do Rio de Janeiro, se utilizando, para isso, de música brasileira de primeira qualidade.

Títulos honoríficos japoneses

San

San (さん?) é o mais comum de todos e, provavelmente, o mais conhecido fora do Japão. É usado para referir-se a alguém de mesma hierarquia, quer etária, quer profissional. Aplica-se tanto a homens como a mulheres, e a tradução mais próxima ao português é senhor e senhora. Sempre se utiliza na segunda ou terceira pessoa.

Por exemplo, se um operário referir-se a um colega de trabalho de mesmo nível, chamado Arima, este será chamado de Arima-san.

Caso se desconheça o nome e o sobrenome da pessoa que exerça uma profissão, san também poderia ser empregado.

Por exemplo, um açougueiro (肉屋, nikuya?) seria chamado de nikuya-san.

Outro uso do título ocorre quando um integrante de uma entidade refere-se a outra entidade.

Por exemplo, o gerente de uma empresa que quisesse falar sobre outra empresa, nomeada Kojima Denki, poderia mencioná-la como Kojima Denki-san.

Kun

Kun (?)igualmente ao san é usado para tratar pessoas do mesmo nivel mas de menor idade, os quais não são muito íntimos do falante.

Chan

Emprega-se Chan (ちゃん?) para demonstrar informalidade, confiança, segurança com a outra pessoa, não obrigatoriamente do sexo feminino. Para acentuar a informalidade, pode-se atribuir chan à inicial da outra pessoa.

Por exemplo, uma mulher chamada Ichitaka pode ser chamada de I-chan por alguém próximo a ela.

Senpai e kōhai

Senpai (先輩?) é o sufixo para tratar colegas mais velhos ou figuras mentoras. Aplica-se a estudantes mais velhos de escolas, a atletas mais experientes, etc.

Kōhai (後輩?) é o contrário de senpai, usado para referir-se aos mais jovens. Porém, não é normal tratar alguém diretamente com este sufixo, pois seria rude. Ao invés de kōhai, é preferível kun.

Sensei

Sensei (先生?) é empregado para referir-se a professores (popularmente os de artes marciais), doutores, escritores consagrados e, em geral, pessoas com altos níveis de conhecimento. Osamu Tezuka é chamado de Tezuka-sensei por seus fãs.

Sama

Sama (?) é a versão formal de san, sendo utilizado para tratar pessoas de altíssima posição. A imprensa japonesa costuma mencionar as mulheres da família imperial japonesa com este tratamento (Masako-sama, por exemplo). Os cristãos japoneses, ao rezarem, chamam Deus de Kami-sama e Jesus de Iesu-sama.

Na comunicação dentro do comércio, é comum ouvir o-kyaku-sama (senhor cliente) de vendedores que querem demonstrar respeito e deferência.

Shi

Shi (?) é usado na escrita formal, para referir-se a uma pessoa que o interlocutor não conhece pessoalmente, mas conhece através de publicações. Aparece em documentos legais, diários, jornais, publicações acadêmicas, entre outros escritos.

Zen-budismo

Zen ou Zen-budismo é o nome japonês da tradição C'han, surgida na China, e associada em suas origens ao Budismo do ramo Mahayana, sânscrito Mahāyāna, "Grande Veículo", síntese doutrinária dos ensinamentos do Buddha Śākyamuni, ou Gautama Buddha, realizada por diversas escolas budistas por volta do século II[1]. Cultivado sobretudo na China, Japão, Vietnã e Coréia. A prática básica do Zen na versão japonesa e monástica é o Zazen, tipo de meditação contemplativa que visa a levar o praticante à "experiência direta da realidade".

No Zen japonês monástico, há duas vertentes principais: Soto e Rinzai. Enquanto a escola Soto dá maior ênfase à meditação silenciosa, a escola Rinzai faz amplo uso dos koans, ou enigmas, charadas. Atualmente, o Zen é uma das escolas budistas mais conhecidas e de maior expansão no Ocidente.

Segundo Allan Watts, inglês que se notabilizou pela divulgação do Zen no Ocidente a partir da terceira década do século XX[2], este, em sua forma original chinesa, não se encontra mais na China, e o que de mais próximo se pode conhecer desta versão original é encontrado em formas de Arte tradicionais do Japão, que tenham sido cultivadas e transmitidas segundo esta tradição.

Jamal al-Din al-Afghani

Jamal al-Din al-Afghani, também conhecido como Sayyid Jamāluddīn Asadābādī and Sayyid Muhammad Ibn Safdar al-Husayn (1838[1]-1897) foi um notório crítico de Syed Ahmad, líder pró-ingleses e divulgador de ideais pan-islâmicos no mundo árabe. Jamal al-Din possuía uma visão romântica da história do povo árabe e marcada por um profundo pensamento anti-iluminista, renegando as idéias de Jean Jacques Rousseau e François Voltaire, por exemplo. Analogamente à noção de kräfte, termo de origem germânica que remete à idéia de "força", Afghani desenvolve a idéia romântica de uma nação que é capaz de manter sua unidade/identidade através de forças intrínsecas que são capazes, por sua vez, de mantê-la coesa e homogênea. Posteriormente, suas idéias foram retomadas pelo aiatolá Khomeini durante a revolução islâmica ocorrida em 1979 no Irã.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Magia negra

A magia negra ou goécia é a forma de magia, um sistema mágico, convencionalmente conhecidas como "más", mas a Magia Negra é uma prática de integração com nosso arquétipo Sombra (psicologia) como reconhecido pelo Jung.

O indivíduo que inicia as suas práticas neste campo alega fazer pacto com demônios e espíritos, chegando até a "vender" a sua alma em troca de sucesso, poder e satisfação pessoal.

A invocação demoníaca e o bruxedo são consideradas práticas da magia negra. Já as práticas do Vodu, do feitiço e da necromancia podem ser utilizadas para o bem ou para o mal, podendo ser vistos, no segundo caso, também como peculiaridades da magia negra.

Bruxa

Uma bruxa é geralmente retratada no imaginário popular como uma mulher velha e encarquilhada, exímia e contumaz manipuladora de Magia Negra e dotada de uma gargalhada terrível. É inegável a conexão entre esta visão e a visão da Hag ou Crone[1] dos anglófonos. É também muito popularizada a imagem da bruxa como a de uma mulher sentada sobre uma vassoura voadora, ou com a mesma passada por entre as pernas, andando aos saltitos. Alguns autores utilizam o termo, contudo, para designar as mulheres sábias detentoras de conhecimentos sobre a natureza e, possivelmente, magia.

FÃ CANADENSE VENCE MARATONA DE '24 HORAS'

Que tal assistir a 71 horas ininterruptas de "24 Horas"? Pois se a missão parece complicada até para Jack Bauer, um canadense conseguiu realizar essa proeza e entrar para o Livro dos Recordes!

Aconteceu no Canadá, numa promoção da emissora Global Television (que exibe "24 Horas" no país) e da Virgin Radio para promover a estreia do sétimo ano da série: nove fãs de Jack Bauer foram reunidos numa área de um shopping de Toronto. Sentados em poltronas, munidos de bebidas, biscoitos e fones de ouvido, tudo o que eles tinham que fazer era assistir às seis temporadas completas do seriado. O último a permanecer alerta, sem cochilar ou desistir, ganhava o prêmio de... 24 mil dólares!